Em outras palavras Nietzsche já dizia que quando viu um velho com tosses e febres, e ouvia seus amigos e familiares dizerem que:
“Essas febres e tosses estão a matar o velho!”
Ele logo pensava em quão profunda fora a inversão de valores dentro da lógica, onde a causa e o efeito trocaram de lugar de forma que as pessoas nem raciocinam antes de nos dedicarem de maneira oral essa blasfêmia da razão invertida. Ele (Nietzsche) trazia a tona sua razão martelar, dizendo que não são as tosses e febres que matam o velho homem; e sim o velho homem que já está em degeneração fisiológica e causa o efeito das tosses e febres. No mesmo sentido, porém em outro exemplo, Nietzsche cita uma lógica comum:
“O vício e o luxo levam a perecer uma raça ou um povo”.
Mas logo a frase que para o primeiro leitor parecia fácil, simples e correta, perde o valor quando Nietzsche nos apresenta falhas grotescas de razão invertida. Ele diz, em outras palavras: Quando uma raça ou um povo está em decadência/mortificação, ela/ele degenera fisiologicamente, e é essa queda que provoca os vícios e o luxo. Portanto, não é o vício e o luxo que causam a decadência de um povo ou raça; é justamente o contrário; a própria decadência e fraqueza de uma raça ou povo que provocam os efeitos ou sintomas do vício e luxo.
Transpassando as idéias de Nietzsche para uma análise do nosso movimento de oposição às ameaças esquerdistas e outros, notadamente no Brasil; ouvimos sempre dizerem que a coisa está "feia"; que não há esperança; que não dá para confiar em ninguém; que está faltando grana e disposição para tudo. Sempre a culpa recaindo sobre essas coisas e outras tantas desculpas esfarrapadas, chamadas de causas para o efeito de fraqueza do movimento. Bom, tragam o pensamento de Nietzsche, e verão que em verdade, é o movimento fraco, desorganizado, desunido, e os nossos que se empenham pouco por pensarem que nada adiantará, ou mesmo aqueles que fazem um pouco ou vão só “na boa”, que são as causas que provocam os efeitos da falta de grana; do não poder confiar em ninguém; e de que não há esperança.
Para esses que vivem no pessimismo exacerbado, típico e enraizado entre os fracos; apesar de viverem a sonhar com passados de glórias sem fazerem nada além de pequenas ações que não fazem nem cócegas no inimigo; repasso um pedacinho de um texto do filósofo alemão:
“Uma nova criação por exemplo, um novo império, tem mais necessidade de inimigos do que de amigos: só pelo contraste é que ela começa a se sentir necessária, a tornar-se necessária”.
Cito novamente o bigodudo alemão:
“Ao falar do valor, falamos sob a inspiração e sob a ótica da vida. A própria vida que nos obriga a determinar valores, a própria vida evolui por nossa mediação quando determinamos valores...”
Por isso digo a todos, ou melhor, conclamo a todos a, nos moldes das idéias de Nietzsche, TRANSMUTAR VALORES. Podemos sim, fazer isso; podemos redefinir, reedificar, reestruturar, reorganizar o movimento de contenção da esquerda voraz, dando uma nova cara para ele no Brasil. De forma, senhores, que a fraqueza anterior seja para sempre esquecida dentro do cadáver, e possamos reacender a chama da vida em um novo corpo sadio e próspero em vitórias. Pois o passado em um mundo tão veloz, volátil e transmutador, onde o futuro nos vem tão rápido, e o presente já cheira a passado, não cabe mais a nostalgia nem a deselegância e ineficiência da burrice baseada na repetição do erros.
Um abraço forte a todos os nossos.
“Essas febres e tosses estão a matar o velho!”
Ele logo pensava em quão profunda fora a inversão de valores dentro da lógica, onde a causa e o efeito trocaram de lugar de forma que as pessoas nem raciocinam antes de nos dedicarem de maneira oral essa blasfêmia da razão invertida. Ele (Nietzsche) trazia a tona sua razão martelar, dizendo que não são as tosses e febres que matam o velho homem; e sim o velho homem que já está em degeneração fisiológica e causa o efeito das tosses e febres. No mesmo sentido, porém em outro exemplo, Nietzsche cita uma lógica comum:
“O vício e o luxo levam a perecer uma raça ou um povo”.
Mas logo a frase que para o primeiro leitor parecia fácil, simples e correta, perde o valor quando Nietzsche nos apresenta falhas grotescas de razão invertida. Ele diz, em outras palavras: Quando uma raça ou um povo está em decadência/mortificação, ela/ele degenera fisiologicamente, e é essa queda que provoca os vícios e o luxo. Portanto, não é o vício e o luxo que causam a decadência de um povo ou raça; é justamente o contrário; a própria decadência e fraqueza de uma raça ou povo que provocam os efeitos ou sintomas do vício e luxo.
Transpassando as idéias de Nietzsche para uma análise do nosso movimento de oposição às ameaças esquerdistas e outros, notadamente no Brasil; ouvimos sempre dizerem que a coisa está "feia"; que não há esperança; que não dá para confiar em ninguém; que está faltando grana e disposição para tudo. Sempre a culpa recaindo sobre essas coisas e outras tantas desculpas esfarrapadas, chamadas de causas para o efeito de fraqueza do movimento. Bom, tragam o pensamento de Nietzsche, e verão que em verdade, é o movimento fraco, desorganizado, desunido, e os nossos que se empenham pouco por pensarem que nada adiantará, ou mesmo aqueles que fazem um pouco ou vão só “na boa”, que são as causas que provocam os efeitos da falta de grana; do não poder confiar em ninguém; e de que não há esperança.
Para esses que vivem no pessimismo exacerbado, típico e enraizado entre os fracos; apesar de viverem a sonhar com passados de glórias sem fazerem nada além de pequenas ações que não fazem nem cócegas no inimigo; repasso um pedacinho de um texto do filósofo alemão:
“Uma nova criação por exemplo, um novo império, tem mais necessidade de inimigos do que de amigos: só pelo contraste é que ela começa a se sentir necessária, a tornar-se necessária”.
Cito novamente o bigodudo alemão:
“Ao falar do valor, falamos sob a inspiração e sob a ótica da vida. A própria vida que nos obriga a determinar valores, a própria vida evolui por nossa mediação quando determinamos valores...”
Por isso digo a todos, ou melhor, conclamo a todos a, nos moldes das idéias de Nietzsche, TRANSMUTAR VALORES. Podemos sim, fazer isso; podemos redefinir, reedificar, reestruturar, reorganizar o movimento de contenção da esquerda voraz, dando uma nova cara para ele no Brasil. De forma, senhores, que a fraqueza anterior seja para sempre esquecida dentro do cadáver, e possamos reacender a chama da vida em um novo corpo sadio e próspero em vitórias. Pois o passado em um mundo tão veloz, volátil e transmutador, onde o futuro nos vem tão rápido, e o presente já cheira a passado, não cabe mais a nostalgia nem a deselegância e ineficiência da burrice baseada na repetição do erros.
Um abraço forte a todos os nossos.




















