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TEMÁTICA DO BLOG

NOTÍCIA E OPINIÃO

Este blog trata de assuntos variados. Destacam-se os temas políticos, ideológicos, morais, sociais, e econômicos.

09 maio 2008

EFEMÉRIDES DE 9 DE MAIO


ALIANÇA LUSO-BRITÂNICA

Hoje faz aniversário a, mais longeva aliança diplomática do mundo: Aliança Luso-Britânica. Esta aliança iniciou na formação da nação portuguesa, ainda na idade média, e se prolonga até os dias atuais. Assinada no ano de 1373, e tendo várias revisões ao longo do tempo, esta aliança entre Portugal e Inglaterra (dois países lançados ao mar), foi primordial para a conquista e manutenção da independência portuguesa, que sempre sofreu com as investidas espanholas de conquistar Portugal. E ainda nos episódios da invasão francesa de Bonaparte, e a defesa dos territórios ultramarinos de Portugal. Por outro lado, a Inglaterra ganhara territórios portugueses, e em alguns momentos históricos, várias vantagens econômicas.


DIA DA UNIÃO EUROPÉIA

A Europa sempre sonhou com uma união ou integração completa. Por diversas razões que a história ensina, não foi possível essa integração. Entretanto, por motivos econômicos fôra criada a CEE (Comunidade Econômica Européia). O gérmen da integração européia estava lançado.

Com o tratado de Maastricht, em 1992, que entra em vigor em 1993, ela ganha forma. Atuando como uma união aduaneira, com facetas de atuação em vários setores econômicos comuns, judiciais (Tribunal de Justiça da União Européia), migratórios (livre trânsito) e monetários (como a criação do Euro).

No início a União Européia fôra iniciada com países do bloco ocidental do continente, no decorrer desses quase quinze anos, ela passou a incorporar diversos países do leste europeu, e pertencentes ao antigo bloco comunista.

A União Européia sempre sofreu revezes motivados por questões nacionais. Porém, a cada ano que passa, ela ganha força. Os resultados econômicos são o maior atrativo que os países têm ao adota-la.

O sonho da unificação européia foi, no passado, tentado através de guerras. Hoje se configura plausível pelo poder econômico.



NÃO COMO LULA PARA NÃO DAR MÁ DIGESTÃO

Os jornais informam que o “presidenciado” Molusco 4-dedos ficou “Abismado” ao constatar que o risco de investimento americano é zero. O safado e burro do Lula, toda vez que resolve improvisar – o que é muito comum – fala besteiras e mete o nariz no que não entende. A última pérola do baú da vergonha lulista é essa:

"Eu fico abismado de ver que o risco americano é zero. Estão numa crise desgraçada e não têm risco, aumenta o risco no Brasil, aumenta o risco na Rússia e os americanos estão entupidos de dívida até aqui - apontando para o pescoço - e o risco é zero. É uma inversão das empresas que medem esse risco, na minha opinião".

A mula mal vê o Brasil entre os países aconselháveis para investimento, e já quer criticar a posição americana. A Rússia acabou de conhecer o capitalismo, e o Brasil o conhece há décadas mas ainda não o convidou para entrar. E justamente os EUA? Deve ser louco mesmo... Vejam, os EUA possui um histórico de crescimento econômico sólido durante décadas, só sendo interrompido por crises passageiras de tempos em tempos. É um país, no qual, o poder de recuperação da economia já foi colocado à prova dezenas de vezes; onde a mentalidade capitalista e produtiva está enraizada na sociedade; onde 25 % das riquezas do mundo passam por lá todos os dias; onde as maiores empresas do mundo capitalistas têm sede ou fundação; onde, em comparação com outros países, os fatores políticos e externos, pouco influenciam a economia local; enfim, é o país que se encontra na vanguarda econômica do mundo. Essa crise – repito – resolverá por si mesma; pelas próprias forças e ajustes do mercado. Quem tiver que pagar, pagará; quem tiver de quebrar, quebrará. A limpeza será feita, e no final disso tudo, a economia americana estará mais sadia do que antes.

E o Molusco me vem com essa falácia, como se o Brasil já tivesse, com essa estreante posição no ranking, um histórico consistente que posicionasse o seu presidente em condições de criticar a maior economia do mundo. Mal chegou e já quer sentar à janela!

06 maio 2008

MEDIOCRITAS LULAM NORDESTINUS

El Molusco-mor foi ao seu reduto eleitoral no reino distante do nordeste. Em um dos seus nove condados, o Piauí, ele – como sempre – iniciou mais um dos seus muitos discursos populistas e sectários. Falando da condição dos nordestinos ele disse:

"Tô cansado de ver nordestino ser tratado como pedreiro. Quero o nordestino como engenheiro, como médico. Quero o nordestino disputando as melhores vagas. Precisamos parar de andar de cabeça baixa, levantar a cabeça. Queremos ser tratados com igualdade de condições".

Mas enquanto ele fala isso, vemos nos jornais as declarações que o coordenador do curso de medicina da Universidade Federal da Bahia fez, sobre os resultados medíocres dos universitários baianos nos testes do ENADE. Vide:

"O QI dos alunos de medicina é baixo sim. Como vou dizer que eles têm QI alto se eles foram mal em uma prova que o resto do Brasil foi bem? Que eu saiba, não houve boicote à prova do Enade. Então eles [os alunos] mesmos se submeteram à vergonha nacional"

"A nota foi péssima e já é a segunda vez que isso acontece. Na primeira edição do Enade os estudantes também tiveram nota muito ruim"

"Eles são piores. As pessoas não gostam de admitir que são inferiores. Mas eu acho que admitir que somos piores é uma questão de humildade e só assim poderemos melhorar"

"O que a gente pode fazer para melhorar a capacidade cognitiva das pessoas? Não tenho como mudar a genética. A prova do Enade não foi ruim. Ruins são os nossos alunos"

Tenho que rir, não me agüento. Ele fala de engenheiros, e a educação vai de mal a pior. E muita coisa vem embutida nesses resultados, são cotas para cá, baixos investimentos em infraestrutura para lá, uns professores marxistas nas cátedras, cartilhas socialistas ali, e o QI baixo dos estudantes acolá. Não sei quem tem o QI mais baixo, se são os políticos liderados pelo Molusco-mor que institucionalizaram a incompetência, ou os estudantes que não usam o tico e o teco.

A verdade é que não podemos pensar que todos devem ter a mesma posição social. A idéia de que todos devem ser igualados, mesmo que por cima, é uma utopia que a realidade contesta a todo momento. Mas a lavagem cerebral é tão grande no seio dessa nação, que mesmo com os fatos provando o contrário, o povo continua a crer em uma igualdade utópica. Murray demonstrou que apenas 15% dos indivíduos têm condições de serem capacitados em universidades, mas se temos universidades que se rebaixam para permitir o acesso a todos, caímos na armadilha da inclusão acadêmica falsária. Onde uma universidade se preocupa mais com a quantidade de alunos, e não com a qualidade desses alunos. Obedecendo a ordens da política governamental, social e midiática, essas nossas universidades incorporam sem pestanejar todo tipo que se diz qualificado ou pertencente a minorias, e com isso, aumentam a burrice coletiva, vomitando bacharéis incompetentes na sociedade.

É preciso reconhecer as falhas, e estar aberto a verdades que doem - "Dura praxis sed praxis" - Somos acostumados a acreditar em falácias, factóides, mas não podemos ter um comportamento de idade média, e censurar fatos óbvios da vida. Os EUA estão em processo de eliminação das tais “ações afirmativas” como cotas para minorias; o mundo começa a enxergar as diferenças humanas, sejam elas de raça, inteligência, consciência, capacidade criadora, e suas implicações nas políticas governamentais. Não podemos mais fechar os olhos para elas, o mundo não permite mais a ditadura do politicamente correto, onde poucos definem o que se deve pensar, e “democraticamente” dão ressonância pelos meios de comunicação a inverdades de toda espécie, que por sua vez, consolidam a opinião pública, tornando essas mentiras em paradigmas incontestáveis, e só pelo fato de serem alçados ao status de “incontestáveis”, são prisões para o ser pensante. Alimentam, padronizam, e coletivizam a sociedade em busca da famigerada igualdade. Passam por cima das evidências claras, para conseguir alcançar seus escopos sombrios, medievais, utópicos, enganosos, enfim, escravizam a mente dos indivíduos em prol da coletivização e escravização mental sob a máscara de argumentos como bem comum, social, igualdade, inclusão, e outros tantos galhos dessa árvore politicamente correta.

DELENDA LULA !

03 maio 2008

A VEZ DA GRÃ-BRETANHA

O conservador Boris Johnson vence as eleições para a prefeitura de Londres em cima dos trabalhistas de Ken Livingstone, atual prefeito e um fervoroso esquerdista; seu apelido na Inglaterra é “Ken, o vermelho”, apoiador de Hugo Chávez, e que é fanho. 

Já Boris, tem esse nome nada, digamos, ocidental; filho da aristocracia que vai de bicicleta para o trabalho, militou no jornalismo durante muitos anos, mas mais do que isso, ele é conhecido pelas zombarias e frases polêmicas, entre elas, ficaram conhecidas as de cunho racista contra os habitantes de Papua Nova Guiné, que ele chamou de canibais (O que não fica muito longe da realidade quando vemos que hoje foram torturadas e decapitadas duas mulheres sob a acusação de bruxaria nesta ilha asiática, vide a notícia ciclando aqui: bruxas). As minorias o odeiam e já foram chamadas por ele de intelectualmente incapacitados; disse durante a campanha que no governo dele, o cidadão aumentará as chances de comprar uma BMW, e em outra ele afirma que se um matrimonio gay era aceitável, não via razão para que o mesmo não acontecesse entre três homens ou entre três homens e um cão. 

Mas a derrocada dos trabalhistas (de tendência social-democrata), foi mais ampla. Nessas eleições, estavam em jogo 160 prefeituras, os conservadores adquiriram 44% dos votos, a maioria das cidades, incluindo as principais cidades britânicas. Os liberais-democratas – não se enganem, pois é um partido que nasceu da fusão de dois partidos, um liberal tradicional e um partido socialista – conseguiram 25% dos votos; e por fim, os trabalhistas que tiveram a pior derrota em 40 anos, alcançando apenas 24% dos votos. Derrota ainda pior do que a de 2004, onde os conservadores obtiveram 37% dos votos, os liberais-democratas 27% e os trabalhistas 26%. Depois de 10 anos de domínio trabalhista sob a figura de Blair, e o atual governo Gordon, o país aponta para uma nova guinada à direita com a vitória dos conservadores. A última era de ouro dos conservadores foi com a dama de ferro, Margaret Thatcher que fez sucessores até 1997, quando Blair assumiu o poder.

Essa vitória pode ser o prelúdio para uma ainda maior nas eleições parlamentares de 2010. Depois da França, Itália, agora é a vez da Inglaterra dar seu “NÃO” à esquerda. A Europa aos poucos vem compreendendo que a esquerda não é mais solução para nada. E o melhor, é que esta guinada à direita, cada vez menos vem acompanhada de radicalismos. A direita européia é liberal econômica por excelência, e me parece que a Europa seguirá neste caminho por uns bons anos depois dessa avalanche de socialistas da terceira via e outros tantos politicamente corretos. 

"Novo" IRMÃO


Raúl Castro, sucessor mais “novo” de Fidel, apresentou um pacote de concessões ao povo cubano. Destacam-se o direito de comprar celulares e computadores; de vender suas próprias casas e carros; e o de hospedarem nos hotéis cubanos para turistas.

Claro que tudo isso soa bem irônico. Em um país, no qual o povo não tem acesso a celulares, e nem podem alienar seus próprios bens (por serem do Estado proletário), e muito menos entrar nos hotéis para turistas, senão pela porta de funcionários. Concessões como estas são muito relevantes para os ilhotas cubanos que não conhecem as maravilhas do mundo livre não-socialista, do que para nós que já usufruimos delas. 

Vivendo na caverna, qualquer escambo vira totem.

Saiba mais em: O novo irmão. 

Dalai tá na lama


O Dalai-lama envia uma comissão de monges para conversação informal com o governo chinês sobre a crise no Tibet. A região é controlada pela China há algum tempo, e nunca houve precedentes de uma conversação direta como essa. O religioso agora aproveita a conjuntura internacional favorável, e manda essa comissão para trazer respostas. O máximo que vai conseguir é um tratamento ocidental na frente das câmeras, e um “espera essa olimpíada terminar para vocês verem”.

Saiba mais em: O monge.

Cabrini rumo à África


Cabrini, o repórter que esteve na “casinha do tio Nelsinho” (como diz um jornalista de um programa policial de Belo Horizonte), vai para a África. A emissora Record esclarece que ele fará reportagens investigativas para o jornalismo da emissora. Esta foi a mesma desculpa na ocasião da prisão: “Reportagem investigativa”. A África é um continente bacana, mas ele que tome cuidado quando for visitar a Nigéria, pois os nigerianos aparecem sempre nos jornais como traficantes internacionais de droga. Vai que ele procurando negros para entrevistar, encontra a “branquinha” para cafungar.

Falei da prisão dele nesta postagem: clique aqui.

01 maio 2008

AFRODESCENDENTADA NÃO VAI GOSTAR (POR JANER CRISTALDO)


Autor: Janer Cristaldo
Blog: http://cristaldo.blogspot.com/

"Há mais de década tenho me manifestado contra essa prática infame de cotas raciais na universidade, que aliás já começa a invadir inclusive o mercado de trabalho. É herança atrasada do racismo ianque, que chega até nós quando já começa a ser abandonada nos Estados Unidos. Luta de classes morta, luta de raças posta - costumo afirmar. Os eternos apparatchiks, não conseguindo mais opor ricos a pobres, apostam agora em uma luta entre brancos e negros. Para isso, é claro, é preciso extinguir o mulato, essa prova evidente de que no Brasil a miscigenização existe.

Parece que as coisas estão mudando. Um grupo de 113 sedizentes intelectuais lançou recente manifesto, afirmando que "as cotas raciais embutidas no interior de cotas para candidatos de escolas públicas, como aplicadas, entre outras, pela Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ), separam os alunos proveniente de famílias com faixas de renda semelhantes em dois grupos “raciais” polares, gerando uma desigualdade “natural” num meio caracterizado pela igualdade social. O seu resultado previsível é oferecer privilégios para candidatos definidos arbitrariamente como “negros” que cursaram escolas públicas de melhor qualidade, em detrimento de seus colegas definidos como “brancos” e de todos os alunos de escolas públicas de pior qualidade".

Antes tarde do que nunca. Mas os 113 sedizentes intelectuais acabaram caíndo em outra armadilha. Pretendem que raças humanas não existem.

"A genética comprovou que as diferenças icônicas das chamadas “raças” humanas são características físicas superficiais, que dependem de parcela ínfima dos 25 mil genes estimados do genoma humano. A cor da pele, uma adaptação evolutiva aos níveis de radiação ultravioleta vigentes em diferentes áreas do mundo, é expressa em menos de 10 genes! Nas palavras do geneticista Sérgio Pena: “O fato assim cientificamente comprovado da inexistência das ‘raças’ deve ser absorvido pela sociedade e incorporado às suas convicções e atitudes morais. Uma postura coerente e desejável seria a construção de uma sociedade desracializada, na qual a singularidade do indivíduo seja valorizada e celebrada. Temos de assimilar a noção de que a única divisão biologicamente coerente da espécie humana é em bilhões de indivíduos, e não em um punhado de ‘raças’.”

Ou seja, em todos os demais seres existem raças. Temos raças de cachorros, de bois, de ovelhas, de cavalos, de galinhas, de dinossauros, de lagartos, enfim, onde há vida há raça. Só não há quando surge o ser humano. Vai ver que é intervenção divina.

Só tem um problema. Agora que ser negro dá lucro, a afrodescendentada não vai gostar dessa ídéia de que raças não existem".

30 abril 2008

Tardou mais chegou, a pandora tá aberta!


Tardou, mas chegou a compensação da fanfarrona derrubada da CPMF. Nosso governo de esquerda, como a maioria deles, exige a submissão financeira do povo governado. A Câmara dos deputados aprovou mais uma Medida Provisória (MP) – aliás, tem sido o recurso mais contrário à harmonia dos poderes, e mais usado pelo executivo brasileiro desde 1988 – essa MP visa aumentar a alíquota de cobrança da Contribuição sobre o lucro líquido das instituições financeiras de 9% para 15%, o que, evidentemente, não ficará nas mãos dessas instituições. Como bem sabemos, as instituições financeiras não ficarão com a batata quente, e logo, logo, passarão à frente, ou seja, a batata cairá no colo do povo. O povo sempre paga o custo final da boca grande do Estado absolutamente inchado. É envenenar a água da represa e quem morre são os ribeirinhos mais abaixo.

Consta na nova MP, que as bebidas frias receberão uma abocanhada do Estado gordo. Agora teremos uma cerveja, e refrigerantes mais caros; terei que voltar a beber vodca! Minhas liberdades coagidas pelos tentáculos ardilosos e sufocantes dessa hidra insaciável. O que falta em dedos na mão do Molusco, sobra no Estado que ele gere. E nós somos as virgens raptadas, ou as galinhas depenadas dos ovos de ouro.

Mas me parece que o povo (entenda galinha), já está muito acostumado com essa DERRAMA promovida pelo Estado. Acho que de tanta caganeira para sustentar a máquina estatal, o povo (a galinha), caso cortassem impostos, implorariam para o Estado voltar a cobra-los. Com certeza, por culpa do paternalismo enraizado em nossa sociedade, o Estado cortando gastos e intromissões na vida privada, deixaria o povo com uma certa sensação de vazio, de carência afetiva do verdugo coletor de impostos. E um rabo acostumado a receber a mão do Estado para retirar os ovos de ouro, não iria abandonar o hábito, assim como uma ex-puta é tentada a voltar para o serviço e ao seu cafetão. Vão putas, dêem a quem te devora as entranhas!

DELENDA LULA!

 

 

29 abril 2008

Padre voa com balões de festa de criança e agora precisa de um milagre de "Deus"


    Um padre maluco resolve realizar um sonho enrustido de infância, e se agarra a algumas centenas de balões de festa e sai voando. O padreco pirado voa em meio a um tempo ruim, com umas barrinhas de cereal e água, e deixa o resto por conta de Deus. Será que queria encontrar Deus em um milagre? Se queria um milagre, o milagre pode ser o ciclo de vida e morte, e que encontrou seu fim na morte. Eu prefiro chamar isso de burrice; de loucura patrocinada pela crença inveterada em um Deus que é mais humano do que ele imagina.

Tem louco para tudo nesse mundo, eu mesmo sou suficientemente louco para algumas coisas; mas, definitivamente, bem são para saber morrer de uma forma , digamos, menos estúpida. Imbecis morrem assim, a normalidade, a fatalidade, é outro caso. Vi devotos morrerem mais dignamente, tipo aqueles que fogem pela janela enquanto a inquisição entra pela porta, e cai no chão, continuando correndo com as pernas ferradas. Mas desse jeito? Voando para Deus? Ai, ai...essa gente é mais biruta do que uma cadelinha da raça pinscher que eu deixei cair algumas vezes de cabeça no chão e ficou lé-lé da cuca.

A desculpa do padre “baloeiro” era a caridade. Arrumar dinheiro para os projetos sociais da igreja. Outra insanidade. Não sei o que leva essa gente a abandonar os prazeres da vida terrena em nome de um paraíso que nem me parece tão atrativo assim. Lá não tem bebida, não tem sexo luxurioso, nem mesmo um heavy metal para agitar. Todo mundo em paz, empregado numa indústria de caridade, dependendo de um amor divino que nunca vi mais gordo, e rezando missas dominicais por toda a eternidade. Que asco...vontade de vomitar!

Toda a imaginação e sonhos dos primeiros cristãos, e dos medievais, não foram capazes de criar um atrativo paradisíaco como os que vemos no mundo hoje. Acho melhor a liturgia cristã começar a contratar alguns bons roteiristas de cinema para melhorar essa imagem do paraíso. O céu precisa ganhar mais néon, umas purpurinas, uns bares temáticos, anjos roqueiros e santas menos santificadas; senão a coisa vai descambar para um deserto tedioso nas nuvens.

Esse país, herdeiro do sectário povo português e de uma legião de igrejas reformistas, que reformam prédios velhos, e constroem templos no estilo grego para cultos orientais; é uma vergonha. Sinto por eles; sinto vergonha por eles e medo que um filho meu caia nessa cilada metafísica. Mas fazer o que? Vamos ironizar para não estressar muito, porque a vida real está aí, e ao alcance de todos. Melhor ganhar uns prazeres desse tempo de vida, do que viver sem tempo e com medo da vida nos templos dos Deuses.

Ah! E esse padre, se o encontrarem, ainda dirá que foi um milagre. As devotas que ensaiam missas para ele, vão ter mais certeza do paraíso do que antes. Bem provável que a paróquia ganhe mais recursos da comunidade para realizar suas obras e impedir que esse louco volte a procurar Deus acima do teto da sua igreja. Mas pensando bem, pode ter pastores, que para não ficarem para trás, aventurarão pelo Himalaia; procurarão Deus em um mergulho de um fôlego só na fossa do Atlântico; ou se prenderão num foguete rumo ao espaço sideral. Eles que não leiam isso, se bobear, gostam da idéia e vamos ter mais uma notícia chata na tv. Vai que a moda pega... 

27 abril 2008

Spoudaios & outros tantos...são muitos entre poucos



No XXI Forum da Liberdade o tema foi: "Livre Comércio: Ameaça ou Oportunidade?”, e o que mais repercutiu, sem dúvida nenhuma, foi o debate onde se encontraram frente a frente, Ciro Gomes e Rodrigo Constantino. Ciro Gomes, um exemplar da espécie “vermelhóide nordestinus”, e Constantino como representante da ala liberal econômica no país.

Serei sincero com o leitor, não gostei nada da postura de ambos. Ciro Gomes – como era de se esperar – usou de toda retórica política cheia de subterfúgios emocionais, jargões de oratória barata, e táticas de anulação; um verdadeiro discurso político-sofista. Constantino, apesar de ter conseguido, duramente, passar algumas de suas idéias, não conseguiu trazer à tona tudo que podia dizer e argumentar, muito em razão da truculenta e política oratória do “vermelhóide nordestinus”.

A impressão que tive, foi a de que Constantino teria se preparado para um debate de idéias, e quando lá chegou, descobriu que não era bem aquilo que esperava. Ciro Gomes transformou o terreno em uma arena política; em seu próprio terreno ele deslizou com facilidade, manipulando um mediador fraco, e enrolando um adversário que não estando devidamente preparado para aquele tipo de debate que se apresentava diante dos seus olhos, acabou por se tornar presa fácil para a raposa velha do “vermelhóide nordestinus”.

Ciro Gomes, com argumentos fracos mas muito estardalhaço retórico, conseguiu passar a impressão que queria: De um político que anula os argumentos dos opositores, e mantém as câmeras sobre ele. Conversando com um amigo, ele acrescentou alguns detalhes interessantes. Ele me disse que o Constantino, acostumado com debates escritos e nos meios intelectuais, viu apenas esse foco, esquecendo-se de que estava diante de um político que faria de tudo para fazer o “show”. É verdade, Ciro, em termos de oratória política para o povo, conseguiu uma bela vitória para seu curriculum; entretanto, o vazio dos argumentos dele, e o conteúdo demagógico podem ser claramente percebidos por um cidadão de inteligência mediana. Fica claro também que, Ciro Gomes – “O vermelhóide nordestinus” - não estava nem um pouco disposto a deixar ninguém levar o debate para o campo lógico, ele fez de tudo para que o debate caminhasse na direção que ele planejara, ou seja, o “terreiro político” que ele cantaria de galo.

Creio, que somente quem acompanha Constantino e suas idéias, entenderam bem - apesar das interrupções irritantes de Ciro - os princípios básicos e racionais do liberalismo econômico. Mas para um qualquer do povo, a oratória do político nordestino foi o preponderante. A eficiência do “vermelhóide nordestinus” em seus propósitos no debate mostrou que esse tipo de debate é importante, mas deve ser feito com um moderador de pulso, com focos fixos e respeitosos, sem deixar que descambe para um palanque político. Sou totalmente a favor desses embates entre políticos e pensadores de várias áreas, mas creio que o campo deve ser neutro, e os dois devem ter ciência dos limites a serem respeitados, o que, definitivamente, não foi feito neste.

O uso de perguntas constantes para rebater argumentos e não permitir uma resposta completa, foi usado pelo “vermelhóide nordestinus” durante todo o debate. E o Constantino sabia como responder, mas não tinha em mente os detalhes para embasar as respostas, ou não teve tempo para fazer isso. Creio que não tinha, pois em um determinado momento, Ciro questiona sobre onde tirar bilhões em cortes nos gastos públicos, e Constantino, apesar de dizer que o corte poderia ser feito no funcionalismo público e nas doações a ONGs, MST, etc, não deu números concretos que dessem vigor à argumentação. Os números não seriam o principal, mas consumiria alguns neurônios do Ciro. Isso foi dado por ele (Constantino) no seu blog em uma postagem posterior, mas não durante o debate. Ciro, por sua vez, não fez questão alguma de ser coerente com o objeto de debate, extrapolou várias vezes o assunto para transtornar as linhas de debate e usou e abusou de exemplos de sua gestão pública que ele deve dormir repetindo-as.

Senti também, no início do debate, que o Constantino demonstrava ansiedade em transmitir suas idéias, tocando em assuntos diversos, o que de certa forma, criou um alargamento do assunto chave, permitindo que o Ciro pudesse fazer o mesmo, sem contar a ineficiência do moderador em buscar esta restrição do tema.

Foi quase ridícula a forma com que as idéias, coerentes ou não foram postas na mesa. Um empresário de nome Maksoud, tratando de falar o mínimo do mínimo, o óbvio do óbvio, e abarcando complacentemente as idéias de ambos protagonistas, falou sobre sustentabilidade a longo prazo de uma economia em crescimento, mas sinceramente, nem sei por que razão ali esteve, se não conseguiu concatenar suas idéias, e usava um jargão: "Não interessa!". Mas também, depois de tudo que foi dito, até eu precisava de tempo para digerir tudo. O meteorologista, Molion, esteve presente, e dissertou brilhantemente sobre o factóide do aquecimento global. Sei da interação entre fatores ambientais na economia, mas naquele momento, ele estava fora do clima. A intenção do debate interdisciplinar que reuniu um empresário, um economista, um meteorologista e um empresário, foi boa; entretanto, depois que o ambiente se tornou político, já não havia espaço para interdisciplinalidades. Não gostaria de ficar em cima do muro, mas sou forçado a ficar, mas falarei sobre o que penso, em um exercício de “futurologia” (risos), talvez seja um muro com guarita...

Diante de regras programáticas de mercado, que sabemos serem eficientes na prática pelos exemplos que o mundo nos traz, é fácil entendermos porque não se aplicam aqui no país, e ficam só no sonho. O Brasil não faz parte do mundo globalizado. O Brasil é uma China que se abre parcialmente para o mundo, mas diferentemente dela, o Brasil prepara tocaias para o capital externo quando este adentra no recinto. Impostos altos, falta de infraestrutura, instabilidade política que gera uma insegurança política, leis trabalhistas retrógradas, etc. E sempre estamos justificando nossas mazelas com erros alheios. O protecionismo externo é limitado, é pequeno, e existe; no entanto, não pode ser desculpa para um recrudescimento de um nacionalismo econômico. Assim como também não podemos almejar mudanças drásticas rumo a uma economia de mercado e a uma concorrência maior, se tivermos não só um Estado gordo, mas também uma política caduca. E vou mais além, enquanto tivermos um povo que não reconhece o valor de uma economia aberta, e que não seja  consciente de que um produto – independentemente de onde ele venha – sendo barato, é o que importa. O povo precisa estar ciente em sua mentalidade coletiva disso. Mas não tenho ilusões, a economia de mercado só é plausível para uma parcela pequena da nossa população, pois a maioria não deseja isso. E a democracia é o governo da maioria.

É o povo retrógrado que gera essa mentalidade coletiva de esquerda, e, conseqüentemente, um governo, e governantes que atendem a essa demanda popular. A culpa é do povo, e é inútil mudar as coisas por meio de debates e falatório. O status quo vigente, é a soma de um escravismo duradouro; um complexo de colônia persistente; um positivismo e nacionalismo que exacerbaram o ego nacional; o socialismo sindical, e, por fim, o politicamente correto impregnado. Creio que só poderemos mudar essa realidade vigente,  por meio de uma revolução semipacífica das classes superiores intelectualmente e financeiramente. Quando estas se voltarem para o centro do poder, de tal maneira, que possa coagir as políticas econômicas dos governos na direção da abertura e conscientização popular. Essa última se dará não só por meio de educação (pois isso demoraria anos),  mas vai além dela; deverá ser efetuada por meio dos preços baixos promovidos pela livre concorrência; o acesso a produtos das mais variadas estirpes; melhoria da qualidade dos bens, enfim, dos cativantes resultados do mercado aberto: Dinheiro no bolso e sorriso no rosto. O povo é uma bandeira ao vento, mudam os ventos, e ele muda junto. Mudemos os ventos de cima para baixo e teremos o povo adotando a economia de mercado como o povo americano adotou quando sentiu os benefícios indubitáveis do mesmo.

Não esperem nossa educação mudar, não esperem o governo de esquerda fazer isso, ou a mídia... Somente o engajamento dos intelectuais de centro-direita e liberais econômicos na política, poderá fazer as coisas acontecerem. Mesmo porque, a política é a força motriz das mudanças, a sociedade brasileira e suas associações civis quase não têm poder, e quando têm, são de esquerda. O povo continua a preferir a esmola imediata, e não o sacrifício para uma melhoria em médio prazo com a adoção da economia aberta e livre concorrência. Não estamos falando de alguns europeus, nem de norte-americanos, falamos de um povo que tem em sua composição uma maioria de ex-escravos, ex-colonizados, que mantém e propagam sua mentalidade de submissão, hoje, particularmente direcionada para o paternalismo. Salvam-se poucos imigrantes europeus, e esses são empreendedores e esclarecidos, e são também minorias, que aos poucos vêm sendo assimilados pela maioria da mentalidade estúpida da coletividade brasileira. Respeito quem vive na ilusão de alguma coisa mudar da forma como idealizam e agem alguns pensadores, mas não vejo futuro nisso além do “ad eternum jus esperniandi”.

Vide da íntegra o debate:

1- http://www.youtube.com/watch?v=xxnn-lPglz4&feature=related

2- http://www.youtube.com/watch?v=Ip0TfDps9cs&feature=related

3- http://www.youtube.com/watch?v=KXwHCgHIDRY&feature=related

4- http://www.youtube.com/watch?v=TenDKINyAFo&feature=related

5- http://www.youtube.com/watch?v=xrhGBHcPmrE

6- http://www.youtube.com/watch?v=t2SP6CY-X2Y1

7- http://www.youtube.com/watch?v=C5queYLlYNM&NR=1

25 abril 2008

VERBORRAGIA "POLITICAMENTE CORRETA" NO MUNDO


Sobre a crise dos alimentos no mundo e a cotidiana convivência do brasileiro com o Molusco – agora como economista – é bom ter sempre em mente algumas regras do mercado, que por sua vez, foram elaboradas por gênios da economia durante a última dúzia de décadas de capitalismo. Quem quiser entender, leia; quem não quiser, vá ouvir os discursos populistas do 4-dedos.

Primeiro, existe a clássica lei da oferta e da procura, ela ensina que em um primeiro momento, quanto maior for a procura, maior serão os preços se a oferta não acompanhar a procura. Se a oferta acompanhar a procura não haverá inflação, se não acompanhar, haverá inflação. Em um segundo momento, considerando que a oferta não acompanhe a procura, os produtores passam a produzir mais, pois verão uma grande oportunidade de aumentar os lucros em razão de um nicho de mercado que cresce. Em outras palavras, quando o cidadão, supermercados, países, etc, consumirem mais, o preço irá subir, mas por algum tempo, até o momento que os capitalistas rurais começarem a plantar para atender as necessidades alimentares do consumidor, e conseqüentemente, auferir lucros, depois disso o atendimento à demanda será efetuado, e normalmente com exageros que podem produzir até baixas nos preços. É óbvio que o lucro alto não se dará por muito tempo, e aí entra uma segunda regra do mercado, e decorrente da primeira, que diz que a oferta aumentando, e não tendo a procura crescido na mesma medida, existirá uma baixa nos preços. Uma terceira regra é a de que, diante de altas e baixas, o próprio mercado se estabiliza. E muitos podem perguntar como isso ocorrerá. É simples, o produtor não tendo o lucro montanhoso, diminuirá sua produção ou procurará outros nichos para investir, pois não poderá diminuir mais os preços em razão da logística ou custo de produção, transporte, e  beneficiamento. E ainda, o consumidor que sente no bolso um preço mais baixo, ou melhor, em níveis normais, passará a evitar a corrida louca ao mercado para garantir estoques. 

Nessa mesma linha, temos um mercado que se estabelecerá em medidas de custo-benefício, e sempre que há essas altas e baixas no mercado, há, por conseguinte, uma espécie de limpeza do mercado, porque novos produtores e fornecedores entram no mercado durante a crise, e outros nem tão competitivos saem. Diante disso, há quase sempre uma melhoria na qualidade da concorrência e talvez na qualidade dos produtos, e uma possível deflação, que tem o consumidor como principal beneficiário.

Para resumir a historinha, a crise existe em graus pequenos. Todos sofrem em várias medidas. Mas isso tudo que vem sendo vinculado nos meios de comunicação é um alarmismo típico dos idiotas que vocês do povo enfiam nas cadeiras do governo ou das instituições que só têm nome, como a ONU. É apenas o primeiro ato de uma tragicomédia, que inicia com um sofrimento e termina com um mercado sadio e uma concorrência que beneficiará o consumidor. 

Países como China e Índia que possuem Indústria modernas em algumas áreas, e o agronegócio mais acanhado,  enxergarão uma bela oportunidade de passar a investir na modernização da agricultura visando o agronegócio. Outros países do terceiro mundo começarão a fazer o mesmo. A agricultura, atividade que já não interessa mais aos ricos, passará a ser terceirizado para países terceiro-mundistas. Com isso, as políticas de subsídios e barreiras que prendiam as pessoas em atividades que por si só não se sustentam, agora desaparecerão. É claro que isso é um exercício de futurologia. Mas bem plausível, já que na próxima geração, os países desenvolvidos terão pouquíssima mão-de-obra interessada na atividade laboral do campo. É quase inevitável, a terceirização da atividade agrícola para países do terceiro mundo. Diminui o número de agricultores, diminuem os subsídios.

Relaxem e comam o que tiver mais barato, pois em médio e longo prazo o mercado ficará mais apetitoso para vocês. E dessa vez para finalizar mesmo, lembrem-se que o Brasil tem muita terra improdutiva, se houver um aumento persistente nos preços de alimentos no mercado internacional, será justamente o Brasil um dos principais beneficiários desse aumento, pois haverá mais terras cultivadas e mais dinheiro entrando no país, em decorrência do potencial de produzir alimentos que o país detém e que não é usado.

Alguns preferem ver a crise, e esquecem que toda crise gera oportunidades.

Delenda Lula!

18 abril 2008

PAPAI E MAMÃE DOS POBRES


Hoje, ou melhor, ontem, pois já são 00:16 em ponto; Lula esteve o dia todo em BH e região metropolitana. Inaugurando as obras que ele usou como moeda de troca no conluio político da reeleição passada dele. Mas disso eu nem falo mais, já falamos em outro texto. O que me chamou a atenção foi ele, em um dos discursos populistas dele, dizer que vai dedicar cada hora do governo dele para os pobres, e que rico não precisa de governo. Isso ele disse em Ribeirão das Neves, cidade dormitório, pobre, feia, e que deve ter rendido muitos votos para ele. Ele não faria isso na Pampulha ou no Belvedere; fez lá, porque é onde se concentra a plebe lulista. É um papelão, imaginar que um presidente da República, vir a público, confessando que governa para uma parcela da população. Que isso sirva de lição para a elite, e principalmente para a classe média.

Na sua passagem pelas alterosas, ele deu um de guru, oferecendo conselhos ao povinho, para as eleições que virão:

"Agora é que vocês precisam descobrir quem é que esteve e está com vocês há muito tempo e quem vai aparecer de última hora achando que é o milagreiro. É nessa hora que pobre tem valor"

O engraçado é que Lula há anos não aparece por aquelas bandas pobres da cidade. E quando aparece, vem fazer o papel de senhor da verdade e protetor dos desprovidos.

"No dia da eleição, se tiver um pobre maltrapilho na fila e tiver um cidadão todo engravatado, podem ficar certos de que o candidato vai cumprimentar o que está maltrapilho."

Logo ele, que não faz outra coisa desde que se elegeu, senão cumprimentar e bajular os maltrapilhos em detrimento da classe média desse país.

É terrível e cansativo ver que ele emenda uma sandice com outra sem pestanejar. Depois disso tudo, ele ainda afirmou que a ministra da casa civil, Dilma Roussef, é a mãe, avó e tia do PAC. Isso tudo já me fez lembrar agora que um certo ministro uma vez, criou um plano monetário, e com base no lobby do mesmo, conseguiu se eleger presidente. Nas palavras do nosso sapiente Molusco-mor:

"A Dilma é na verdade a mãe, a avó, e a tia do PAC, porque eu aprendi que se a gente anuncia uma obra e não fica atrás dela o tempo inteiro essa obra não acontece"

E continua, em outra área carente aqui da capital de todos os mineiros:

"Outro dia, no Rio de Janeiro, eu disse que a Dilma era a mãe do PAC. E por que ela é a mãe do PAC? É porque o PAC só funciona porque esta mulher, certamente, toma mais conta do PAC do que tomou conta da filha dela"

Eu só fico devaneando sobre o que seria dessa tal filha, porque esse “programa de aceleração do crescimento”, não só é um programa falho por renegar ramos importantes para a economia, como ainda está completamente vinculado a um viés político e eleitoreiro. A “Dilminha” não deve ter tido bom fim.

Confesso que, por uma fração de segundo, o meu lado “marvardão” aflorou na idéia de matar esse Molusco 4-dedos, antes que ele mate meus neurônios incumbidos de absorver asneiras. São muitas por minuto, né “compaheiro”?

DELENDA LULA!